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PARCERIA ENTRE IFC E UDESC PERMITE O USO DE EQUIPAMENTO DE PONTA EM PESQUISAS

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Parceria entre Instituto Federal Catarinense-(IFC)-Campus Rio do Sul e Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)-Campus Lages) na área de Fisiologia Vegetal/Fruticultura permitiu, que nos dias seis e sete de dezembro de 2017, fosse instalado nos viveros do IFC, um Medidor Portátil de Fotossíntese conhecido entre os fisiologistas vegetais e demais profissionais como IRGA (Infrared Gas Analyzers), utilizado para avaliação de um experimento no Campus Rio do Sul. Durante esse período alguns estudantes e bolsistas de Iniciação Cientifica e Tecnológica, tiveram a oportunidade de conhecer um pouco sobre o funcionamento do equipamento. O aparelho fornece diversas variáveis ligadas a fotossíntese potencial, com Assimilação liquida de CO2, condutância estomática, transpiração, eficiência no uso da água, e mais de uma dezena de variáveis importantíssimas que influenciam a fotossíntese. Também permite o estudo de respostas a incremento da radiação fotossinteticamente ativa, limitação dinâmica e crônica da fotossíntese, danos ao aparato fotossintético, e também a bioquímica da assimilação de CO2, todos causados por diversos fatores estressantes, simplesmente para acompanhamento.  A versão do IRGA envolvido na parceria entre as Instituições, permite ainda a medição simultânea de trocas gasosas (fotossíntese) e fluorescência da clorofila a. O estudo da fluorescência da clorofila a possibilita  o estudo de inúmeros danos causados no aparato fotossintético e direcionamento energético da energia absorvida pelo aparato do fotossistema II, bem como as formas de dissipação de energia. Da parte de fluorescência o equipamento fornece e admite o cálculos de mais de uma dezena de variáveis. Essa parceria aceita incremento significativo qualidade dos trabalhos desenvolvidos, pois, deixa o estudo de variáveis complexas in loco e de forma não destrutiva. Sendo que a grande maioria dos usuários desse equipamento conhece e trabalha com menos de 1/4 do seu potencial de geração de dados científicos que o mesmo pode gerar, uma vez que o é exigido um conhecimento profundo de fisiologia vegetal.

Texto: Professor Clenilso Sehnem Mota(IFC)

 

Edemir José de Oliveira

JP003496-SC

Assessor de Comunicação