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Usina fotovoltaica do IFC entra em operação

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Geração de energia com a implantação de duas usinas fotovoltaicas no campus Rio do Sul possibilitará uma economia de 30% nos gastos com energia. A expectativa é de produzir mais de 180 KW/H a partir de 432 placas instaladas na Unidade Tecnológica e Unidade Sede. Total do investimento ultrapassou R$ 662 mil.

Começou a operação e geração de energia da usina fotovoltaica instalada na Unidade Tecnológica do Instituto Federal Catarinense de Rio do Sul. Com um módulo e 48 placas e 96 m2 de cobertura, a usina poderá gerar 18,9 KW/H de potência. Já na segunda unidade, que está implantada na Sede, são 432 placas solares e 864 m2 de cobertura, com um potencial de geração superior a 170,6 KW/H de energia.

Com essas duas unidades em operação, espera-se uma economia com despesas de energia no Campus de Rio do Sul de 30%. Esses números representam um valor anual superior de R$ 200 mil, sendo que o gasto com energia ultrapassa o percentual de 18,5% do total de custeio previsto para o ano. Com essa economia em energia elétrica, em 2022, outros projetos e demandas do Campus poderão ser executadas.

Segundo a reitora do IFC, Sônia Regina de Souza Fernandes, à época do anúncio da implantação das usinas em 2019, a escolha de Rio do Sul no recebimento desse projeto do Ministério da Educação foi devido ao consumo de energia, sendo o campus que mais precisava alocar recursos nesse gasto e por ter uma Unidade Tecnológica, que poderá utilizar dessas usinas para fomentar cursos, pesquisas e ações de extensão na disseminação da tecnologia.

Para o diretor do Campus Rio do Sul, André Raupp, a importância da implantação dessas usinas remete a redução com gastos de energia elétrica pelo campus, ser utilizada como estrutura de ensino e aprendizagem em projetos e cursos, bem como estar em sintonia com os apelos atuais de sustentabilidade no tocante às tecnologias de geração de energia elétrica.

O funcionamento da usina na unidade Sede ainda não possui data para entrar em operação, pois segundo Márcio Rampelotti, Diretor de Infraestrutura e Produção, há adequações significativas que necessitam ser realizadas na rede de distribuição de energia que existe no campus. Após cumprida essa demanda haverá necessidade de homologação e liberação do projeto por parte da concessionária de energia, a Celesc.