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O QUE É A EXTENSÃO?

A Extensão pode ser compreendida “como um ato educativo”, de forma a estender os conhecimentos e as técnicas para transformar, cientifica e concretamente, o mundo em que os homens estão. (FREIRE, 2015).

Um dos importantes ângulos do tripé universitário, a Extensão articula Ensino e Pesquisa e possibilita a ponte com a Sociedade. Por meio das atividades de extensão, as Instituições de Ensino Universitário podem atender às demandas sociais, os pesquisadores podem envolver-se com os problemas locais e participar das transformações da comunidade, transformações essas que são facilitadas pelo diálogo e interação com o outro. (FREIRE, 2015).

A Extensão é, assim, uma via de mão-dupla, assegurando a troca de saberes sistematizados – acadêmico e popular – e permite a produção do conhecimento a partir do confronto com a realidade, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da Instituição. “Além de instrumentalizadora deste processo dialético de teoria/prática, a Extensão é um trabalho interdisciplinar que favorece a visão integrada do social”. (BRASIL, 2001).

Com a criação dos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia, em 2008, a extensão finalmente ocupa o seu verdadeiro papel de processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre o IFC e a sociedade.

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? 17. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2015. 127 p.

Plano Nacional de Extensão Universitária, 2000/2001. MEC


DIMENSÕES DA EXTENSÃO NOS INSTITUTOS FEDERAIS

a) Programa: conjunto de atividades de caráter orgânico-institucional, associadas e integradas para o alcance de objetivos comuns;

b) Projeto tecnológico: atividade de pesquisa e/ou desenvolvimento em parceria com instituições públicas ou privadas, que tenha interface e aplicação tecnológica;

c) Prestação de serviços: consultoria, assessoria, laudo e outros serviços tecnológicos;

d) Evento: atividade eventual de interesse técnico, social, científico, esportivo, artístico e cultural, favorecendo a participação da comunidade externa e/ou interna;

e) Projeto social: atividade transformadora, desenvolvida e/ou aplicada na interação com comunidades e apropriada pelas mesmas, que representem soluções para inclusão social, geração de oportunidades e melhoria das condições de vida;

f) Curso: ação pedagógica de caráter teórico e prático, com critério de avaliação definido e oferta não regular, voltada especialmente para a educação e qualificação profissional;

g) Projeto cultural artístico e esportivo: cursos, eventos, festivais, competições, prática e desenvolvimento, etc;

h) Empreendedorismo: apoio à formação empreendedora através de atividades de capacitação, orientação e acompanhamento;

i) Relação internacional: intercâmbio e acordos de cooperação internacional, como instrumento de melhoria do ensino, da pesquisa e da extensão;


DIRETRIZES DA EXTENSÃO NO IFC

  1. Contribuir para o desenvolvimento da sociedade, constituindo um vínculo que estabeleça troca de saberes, conhecimentos e experiências para a constante avaliação e vitalização da pesquisa e do ensino;
  2. Buscar interação sistematizada do IFC com a comunidade por meio da participação dos servidores nas ações integradas com as administrações públicas, em suas várias instâncias, e com as entidades da sociedade civil;
  3. Integrar o ensino e a pesquisa às demandas da sociedade, seus interesses e necessidades, estabelecendo mecanismos que interrelacionem o saber acadêmico e o saber popular;
  4. Incentivar a prática acadêmica que contribua para o desenvolvimento da consciência social, ambiental e política, formando profissionais-cidadãos;
  5. Participar criticamente de projetos que objetivem o desenvolvimento regional sustentável em todas as suas dimensões;
  6. Articular políticas públicas que oportunizem o acesso à educação profissional estabelecendo mecanismo de inclusão.

NOSSOS PROJETOS

MELIPONICULTURA

O curso de qualificação profissional em Meliponicultura do IFC surgiu em 2016 para atender uma demanda crescente por conhecimento sobre as abelhas sem ferrão.

Sigfrid Fromming (Coordenação)

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CTG RINCÃO DOS GURIS

A tradição é um marco de continuidade, o passado é o acontecimento que ficou. E o Tradicionalismo é o fermento que prossegue divulgando a tradição gaúcha a partir da preservação dos hábitos e costumes, da cultura e dos valores humanos.

Rogério Krause (Coordenação)

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PET

O Programa de Educação Tutorial (PET) é desenvolvido por grupos de estudantes, com tutoria de um docente, organizados a partir de formações em nível de graduação nas Instituições de Ensino Superior do País orientados pelo princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e da educação tutorial.

Alexandra Goede de Souza (Coordenação)

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LABORATÓRIO DE DEMONSTRAÇÃO E ENSINO DE FÍSICA 2018/2019

O presente projeto pretende incrementar a utilização do Laboratório de Demonstração e Ensino de Física Ademar Jacob Gauer, para a comunidade de Rio do Sul e do Alto Vale do Itajaí.

Angelisa Benetti Clebsch (Coordenação)

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+ PROJETOS

INSPEÇÃO PERIÓDICA E CALIBRAÇÃO DE PULVERIZADORES

Resumo:

A importância de avaliar as condições dos pulverizadores é a diminuição no custo de produção e da contaminação ambiental. O objetivo deste trabalho será avaliar o estado de pulverizadores de barras montados em tratores agrícolas na Região do Alto Vale do Itajaí, identificando o estado de conservação e uso dos mesmos, podendo ajudar em novos investimentos para uma manutenção e uso adequados destes equipamentos no sentido de contribuir com a redução de custos e contaminação ambiental pelo menor consumo e menores perdas associados a uma maior eficiência das pulverizações. Os resultados deste projeto em anos anteriores evidenciaram que os pulverizadores avaliados, em sua maioria, não estavam adequados para o trabalho, sendo que em virtude dos defeitos detectados poderão ocorrer problemas nas aplicações ou acidente com o equipamento.

Fabrício Campos Masiero (Coordenação)


DO APRENDER AO ENSINAR MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Resumo:

O projeto tem como objetivo propiciar um espaço que contribua para o desenvolvimento profissional de professores dos anos iniciais por meio de uma proposta teórico-metodológica de Matemática. A base de sustentação do modelo de formação que se propõe tem como referência a investigação-formação-ação. Para tal, a metodologia utilizada envolverá encontros quinzenais, a serem realizados no ambiente de trabalho desses professores, que abordarão aspectos relativos aos saberes docentes (saberes pedagógicos, saberes do conteúdo, saberes do currículo, saberes de aprendizagens e de seus alunos e saberes da prática letiva), os quais incluem fundamentos de matemática, análise e estudo das atuais tendências temáticas em Educação Matemática, temas específicos emergentes das demandas dos professores do grupo, planejamento colaborativo de práticas pedagógicas, estudo reflexivo das potencialidades e limitações da utilização de recursos pedagógicos e processos metodológicos. Dessa forma, o projeto procura fortalecer o vínculo que deve existir entre a escola e a universidade e contribuir para a consolidação da tríade: ensino, pesquisa e extensão, a partir dos conhecimentos que são discutidos e elaborados no espaço acadêmico.

Morgana Scheller (Coordenação)


AVALIAÇÃO DE PERDAS NA COLHEIRA MECANIZADA DA CULTURA DO ARROZ

Resumo:

O objetivo do trabalho é realizar a avaliação quantitativa do índice de perdas de grãos, na colheita mecanizada de arroz, posteriormente dialogar com os agricultores, repassando informações técnicas para alteração das regulagens internas da colhedora, visando diminuição do índice de perdas, trabalho sendo realizado na região do Alto Vale do Itajaí – SC. A execução do trabalho é de grande relevância para os produtores de arroz da região, no qual, dentre os cereais mais cultivados no sul do Brasil (soja, arroz, milho e feijão), o arroz, é o que mais gera perdas na colheita mecanizada, sendo em torno de 12,6%, esse alto índice negativo, ocorre devido à pouca importância, por parte dos agricultores, quanto as perdas na colheita do cereal, essa irrelevância ocorre devido à dificuldade de regulagem e diagnostico da quantificação das perdas, prioritariamente devido as características fisiológicas da cultura, e também a falta de orientações técnicas aos operadores de colhedoras.

Fabrício Campos Masiero (Coordenação)